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Como saber se devo tratar minha ansiedade?

Transtorno de ansiedade generalizada, pânico,agorafobia, obsessivo compulsivo, ansiedade social, estresse pós traumático e fobia específica, são os tipos de transtornos de ansiedade. Frequentemente nos deparamos ansiosos diante de algumas situações, isso ocorre principalmente porque a ansiedade já foi bastante útil para nossos ancestrais, em ambientes primitivos. Antigamente ela possuía função adaptativa e de sobrevivência, direcionava comportamentos instintivos e de precaução, mas hoje em dia não vivemos mais naquela era e por isso precisamos desaprender os medos muitas vezes cultivados no ambiente errado.

Hoje vivemos a era da ansiedade, estudos de agosto/18 apontam que o Brasil tem a maior taxa mundial de pessoas com transtorno de ansiedade e as perspectivas são de crescimento. A ansiedade torna-se patológica quando começa a limitar a vida e bem estar do indivíduo, clinicamente é muito mais grave que estar sujeito as preocupações do dia a dia. Frequentemente indivíduos ansiosos pensam ser incapazes de trabalhar, ter vida social, relações estáveis e até planejar e aproveitar uma viagem, por exemplo.

Comumente ouvidos essas e outras expressões: “Ai, sou muito ansiosa, não aguento esperar!”, “Não consigo parar de pensar na proposta de emprego, estou ansioso!”. Situações de muita espera e que não dependem de nós exigem muita paciência, mas é normal ficar ansioso aguardando uma resposta, ainda mais quando irá interferir diretamente em nossas vidas. A questão é quando essa ansiedade é paralisadora, quando vem carregada de medo, insegurança, preocupações exageradas ou pânico associado ao medo de algum evento ocorrer novamente. Mais que isso ainda existem os sintomas de ansiedade, frequentemente conhecidos por alteração nos batimentos cardíacos, formigamentos, suor, tontura, sensação de desmaio, medo de perder o controle, etc.

Pacientes com transtorno de ansiedade vivem em constante alerta. Alertas aos perigos reais e não reais, a probabilidade da recorrência de eventos desconfortáveis, ao surgimento de sintomas da própria crise, a qualquer ideia ou impressão de perda de controle, mantendo-os preocupados frequentemente com exatamente tudo a sua volta; e consequentemente muito exaustos física e emocionalmente.

Podemos dizer que quem sofre de ansiedade nunca esta em paz, vive a planejar e se preparar para o futuro, aprecia estar sempre pronto para a próxima ameaça – que ele ainda desconhece, mas tem o hábito de se preparar: “Caso isto ocorra, preciso estar preparado para sobreviver!”

A ansiedade cria um cenário único na percepção das pessoas. O indivíduo passa a viver refém dos seus medos e previsões de futuro, geralmente irreais, mas que mesmo assim ganham cada vez mais força e evidência para o sujeito que sente. E nós, enquanto seres altamente inteligentes, de fácil adaptação, muitas vezes nem nos damos conta do prejuízo e instabilidade em que estamos nos condicionando a sobreviver, acreditando ser normal com todas as pessoas ou simplesmente pensando que deve ser assim.

Por isso há que se auto observar! Abaixo algumas perguntas que podem lhe ajudar a medir a interferência de sua ansiedade; se suas respostas forem ‘SIM’, vale a pena uma avaliação psicológica para entender mais:

– Minhas preocupações me paralisam?

– É comum me observar preocupado com algo que ainda não aconteceu?

– Costumo desmarcar eventos ou recusar convites por medo do que pode acontecer?

– Frequentemente desisto das coisas devido minha insegurança?

 

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