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A flexibilização de pensamentos e o equilíbrio emocional

Tanto se fala em buscar equilíbrio e lê-se sobre muitas fórmulas para conseguir isso. Há que se considerar as alternativas de desenvolver hábitos saudáveis, como regularidade no sono, alimentação balanceada, prática de atividade física e de meditação, por exemplo. Mas ainda restam os aspectos psicológicos, como pouco estresse, redução da quantidade de horas trabalhadas, maior tempo de descanso, lazer e tempo de qualidade com a família e amigos! Algo bastante complicado para algumas pessoas principalmente nos dias atuais, com a rotina agitada, trabalho, relacionamentos, filhos, casa e mais para darmos conta.

O equilíbrio vem exatamente dessa capacidade que temos para lidar com a vida de formas variadas, com amplas opções, explorando as já existentes e adaptando novas possibilidades. E para isso, há que se praticar.

O primeiro passo é a consciência da existência de pensamentos e comportamentos padronizados e rígidos, geradores de constantes problemas em seu dia a dia e a sua força de vontade para treinar algo novo. Exercite o auto questionamento, pergunte-se se sua verdade sobre aquela situação é única e absoluta ou se podem haver outras formas de pensar.

Permita-se desconectar do ‘modo automático’, essa ideia inicial de ameaça e medo são fundamentais para lhe expor a necessidade de mudança e buscar por novas soluções, mas não se apegue ao medo, pergunte se esta sendo flexível ou inflexível, reconheça e acolha sua forma de pensar e agir. Tem sido assim nos últimos meses ou anos e quando você aprendeu provavelmente lhe serviu, mas agora talvez seja a hora de tentar de outro jeito, observe se há uma forma mais flexível de olhar para o mesmo contexto.

Ter clareza de como as coisas ‘devem’ ser para você ajuda no processo de compreensão do que você espera e o que pode ser interpretado como imprevisto. Quando interpretamos uma situação como algo que não esperávamos temos maior tendência a frustração e menor capacidade de análise do que de fato ela significa para nós, neste caso não flexibilizamos e acabamos por sofrer como se fossemos vítimas, de uma forma muito intensa e desconfortável.

Quando você se conhece e sabe quais interpretações lhe causam dor, fica mais claro e possível buscar respostas distintas, aquilo que você já faz e não funciona pode ser melhor adaptado ao seu momento real. Desta forma você ganha autoridade sobre suas emoções e reações, deixa de ser vítima e assume o papel de protagonista, ficando cada vez mais próximo do equilíbrio emocional.

Sempre lembre-se, não há uma formula mágica, tem a ver com a maneira como você lida com os acontecimentos, sua visão e intensidade. O que dói é a interpretação que você faz dos fatos e não o fato em si!

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